Ano eleitoral e mercado imobiliário em alta?

BH pode provar que sim

2/18/20261 min read

Eleições em 2026 devem frear o mercado imobiliário de Belo Horizonte?
Especialistas dizem que não.
Apesar do ambiente de incerteza típico de anos eleitorais, representantes do setor imobiliário da capital mineira avaliam que o ritmo de negócios deve continuar sólido ao longo de 2026.
A projeção é de crescimento próximo a 5% no ano, com cerca de 25 mil unidades comercializadas, mesmo com o calendário político em curso.
O motivo?
Demanda estrutural.
Casamentos, formação de novas famílias, busca por estabilidade e necessidade de moradia não seguem o ciclo eleitoral — seguem o ciclo de vida das pessoas.
Além disso:
• Confiança de investidores nacionais e internacionais permanece ativa
• Mercado financeiro não precifica risco eleitoral elevado
• Infraestrutura urbana e Plano Diretor favorecem crescimento sustentável
• Valorização recente reforça percepção de ativo resiliente
Tese Cousinvest
Mercados maduros não param por causa de eleições.
Eles desaceleram quando faltam fundamentos.
No caso de Belo Horizonte, os drivers são estruturais:
✔️ Demanda social contínua
✔️ Valorização consistente por m²
✔️ Infraestrutura urbana em evolução
✔️ Confiança macroeconômica em reconstrução
Isso não elimina riscos.
Existe efeito psicológico pré-eleitoral.
Parte dos consumidores pode antecipar ou postergar decisões.
Mas até o momento, o comportamento agregado do mercado não aponta retração relevante.
E isso sinaliza algo maior:
O mercado imobiliário da capital está cada vez menos dependente do calendário político e cada vez mais ancorado em fundamentos econômicos reais.
Eleições geram ruído.
Fundamentos sustentam ciclos.
Acompanhe a Cousinvest para análises que vão além do cenário político e interpretam os vetores estruturais do mercado imobiliário.

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